Quando a floresta renasce junto com a renda! Conheça o projeto Conexões da Sociobiodiversidade. 

Quando a floresta renasce junto com a renda! Conheça o projeto Conexões da Sociobiodiversidade. 

Um projeto do Instituto Auá em parceria com a Fundação Banco do Brasil

E se recuperar a Mata Atlântica e gerar renda para famílias agricultoras, caminhasse de mão dadaÉ exatamente a partir dessa ideia que nasce o Projeto Conexões da Sociobiodiversidade.

Durante muito tempo, a narrativa em torno da conservação ambiental separou dois mundos: de um lado, a floresta que precisa ser protegida; do outro, as pessoas que precisam produzir para viver. O Projeto Conexões da Sociobiodiversidade chega para mostrar que esse dilema é falso e que existe um caminho mais inteligente, mais justo e mais bonito do que essa divisão.

O que é o projeto Pomares Mata Atlântica – Conexões da Sociobiodiversidade

Realizado pelo Instituto Auá através dentro do programa Pomares Mata Atlântica em parceria com a Fundação Banco do Brasil, o projeto trabalha com a implantação de Sistemas Agroflorestais os “SAFs” em propriedades de agricultores familiares na Mata Atlântica. A ideia central é simples: implementar sistemas agroflorestais incluindo espécies nativas, além de espécies definidas em conjunto com os produtores rurais, de acordo com o diagnóstico das necessidades das propriedades, do mercado local.Criando sistemas produtivos que regeneram o solo, ampliam a cobertura florestal e, ao mesmo tempo, geram renda real para as famílias envolvidas.

Os Sistemas Agroflorestais SAFs combinam árvores com lavouras e/ou pastagens, inspirados na dinâmica da floresta, para recuperar o solo e a água, aumentar a biodiversidade e gerar renda contínua.

Não é teoria. É uma metodologia aplicada no campo, com diagnóstico técnico das propriedades, planejamento de plantio adaptado à realidade de cada família, implantação acompanhada de perto e assistência técnica contínua. Ao longo de 24 meses, o projeto vai mobilizar 100 agricultores e agricultoras nos estados  de São Paulo e da Bahia.

Onde O projeto irá atuar?

O projeto atua em territórios estratégicos do bioma Mata Atlântica, em regiões que combinam vocação agroecológica com alto potencial de restauração ambiental:

  • Vale do Ribeira – SP
  • Região de Sorocaba – SP
  • Região de Campinas – SP
  • Sul da Bahia – BA

Um projeto que tem objetivo promover desenvolvimento rural sustentável, com uso do elemento arbóreo em diferentes sistemas produtivos.  

Um dos pilares mais bonitos do projeto é o protagonismo das espécies nativas da Mata Atlântica. Juçara, cambuci, uvaia, araçá, grumixama frutas que a maioria dos brasileiros mal conhece pelo nome, mas que carregam sabor, saúde com valor nutrucional, história e enorme potencial econômico.

Ao incluir essas espécies nos SAFs, a gente não restaura só o ecossistema abre também um caminho para fortalecer a bioeconomia: produtos diferenciados, cadeias solidárias de comercialização, conexão direta entre o campo e consumidores urbanos que buscam alimentação consciente e original.

A Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçados do planeta. Ocupa 15% do Brasil, está presente em 17 estados, mas restam apenas 12,4% de florestas preservadas. Cada SAF implantado é uma resposta direta a essa crise  e uma aposta no futuro das famílias que vivem nesse território.

Quem está no centro disso tudo

O projeto prioriza  a agricultura familiar, mulheres, jovens e grupos com interesse na cadeia produtiva de frutas nativas. 

É reconhecer o protagonismo dessas pessoas que sustentam a transformação real nos territórios.

Além das ações de campo, o projeto também vai produzir uma cartilha técnica sobre o Pomares Mata Atlântica, um vídeo institucional, um portfólio de produtos da sociobiodiversidade, beneficiários e apoiadores. Comunicar os processos é parte do impacto  e a gente acredita que cada história contada é também uma semente plantada.

Em breve traremos informações para interessados em participar do projeto.

O Projeto Pomares Mata Atlântica – Conexões da Sociobiodiversidade é uma parceria entre o Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental e a Fundação Banco do Brasil / BB DIRAG (@fundacaobb). Juntos, estamos construindo caminhos para uma sociobioeconomia viva, justa e enraizada na Mata Atlântica.

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