Conservação Ambiental

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Conservação Ambiental

O Instituto Auá atua diretamente com a conservação da Mata Atlântica por meio de iniciativas como o Arranjo Produtivo Sustentável, da Rota do Cambuci, que permite a criação de cultivos com sistemas agroflorestais que induzem à recuperação da paisagem nativa da Mata Atlântica, reduzida a cerca de 12% de sua formação por monoculturas extensivas e outros usos da terra insustentáveis. Por meio da Rota do Cambuci, também influi na conservação da florestal, participando ativamente de fóruns como o Conselho Gestor do Mosaico da Bocaina e Conselho Gestor do Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Padre Dória).

A recuperação de áreas acontece ainda com o Programa Produtor de Águas no município de Salesópolis (SP), em parceria com a The Nature Conservancy (TNC), com levantamento de banco de áreas para recuperação de até 300 hectares no Alto Tietê. E o desenvolvimento sustentável que implica no uso ordenado de recursos naturais por meio do extrativismo, o que acontece com projetos como o de Ilha Comprida (SP), em parceria com a Associação Slow Food Brasil e Instituto BioAustral atuando no uso sustentável de espécies nativas como a macela, pimenta-rosa e baunilha, melhorando a renda das famílias e a conservação dessas espécies da Mata Atlântica.

O conceito de conservação ambiental envolve desde a restauração de ambientes nativos, envolvimento comunitário e desenvolvimento sustentável, principalmente em regiões ricas em biodiversidade, como a Mata Atlântica, uma entre as cinco florestas mais ameaçadas do planeta. Mas também a conservação dentro de cenários urbanizados onde os ambientes naturais sobrevivem.

Assim, o Instituto Auá também apoia a conservação por meio de programas de gestão de resíduos sólidos e coleta seletiva, como o Ângela de Cara Limpa, localizado em área de manancial paulistana. A educação ambiental para a gestão desses resíduos tem relação direta com a qualidade da água.